Você já ouviu falar em ERP? A sigla vem do inglês e significa Enterprise Resource Planning, ou Planejamento dos Recursos da Empresa. Em outras palavras, ERP se trata de um modelo de gestão empresarial.

Falaremos hoje sobre o que é um ERP, como ele funciona, como surgiu e quais os critérios básicos que devem ser escolhidos na hora de optar por um fornecedor!

Para que serve o ERP?

Esse modelo cuida de todos os segmentos de uma empresa de forma integrada, o que diminui as chances de algum deles falhar. Para isso, é essencial manter uma comunicação interna ativa e eficiente.

O ERP é um modelo de gestão empresarial que cuida de todas as etapas, desde a parte contábil até o fluxo do caixa e controle de estoque, passando também pelos processos burocráticos de uma empresa. Em suma, é um modelo que busca controlar a empresa de maneira geral.

O que é de fato um ERP e como está ligado à gestão empresarial?

Bem, até aí pode não ter ficado muito bem claro o que significa ERP na prática. O ERP trata-se de um software empresarial, cujo objetivo é manter sob controle todas as informações mais importantes de uma empresa.

Com o uso do ERP, a gestão empresarial fica muito mais eficiente. O gestor responsável passa a ter controle sobre diversos dados. Por exemplo, dados de clientes, assim como seus respectivos históricos, despesas e custos, saída e entrada de produtos, gastos, etc.

O mercado de trabalho está cada vez mais acirrado. Isso cria obstáculos para a empresa, como manter todos os dados organizados. Por isso é preciso alguns investimentos para administrar uma empresa.

Criar uma gestão empresarial com um ERP permite que a empresa organize seus projetos e finanças. Isso faz os gastos desnecessários diminuírem e os lucros aumentarem. A empresa pode se destacar no mercado de trabalho, passando a concorrência. E de quebra, oferece um diferencial para os clientes.

Resumidamente, um ERP pode:

  • Facilitar processos burocráticos e operacionais;

  • Integrar todos os segmentos de uma empresa;

  • Facilitar a comunicação interna;

  • Controlar os produtos e estoque;

  • Controlar o fluxo do caixa;

  • Controlar gastos e lucros;

  • Aumentar a produtividade da empresa;

  • Controlar os dados de clientes;

  • Controlar dados de usuários dos serviços oferecidos;

  • Cadastrar novos produtos;

Como o ERP surgiu?

O modelo de gestão empresarial que utiliza o ERP surgiu no início da década de 60. Naquele tempo, a tecnologia ainda não era tão avançada. Mesmo assim, já se falava sobre automação de gestão empresarial.

Cerca de dez anos depois, no início dos anos 70, o uso de computadores em empresas começou a ser mais frequente. Alguns sistemas começaram a ser criados no intuito de planejar melhor a gestão.

Empresas começaram a se organizar de forma mais eficiente. Já naquela época, começaram a serem feitos cálculos sobre custos, mão de obra e matéria-prima.

Isso fez com que mais tempo e dinheiro fosse economizado. Isso porque as empresas já sabiam em média de quanto precisariam para produzir algo.

Somente na década de 80 um sistema bem similar ao ERP surgiu. Porém, a tecnologia ainda não era tão avançada.

Apenas na década de 90 o ERP foi estabelecido em empresas. Isso ocorreu graças aos avanços tecnológicos e a um modelo de integração entre setores empresariais que foi estabelecido. A partir desse momento, a automação empresarial começou a se espalhar pelo mundo.

O ERP só traz vantagens para a empresa?

Não. O ERP também pode trazer alguns inconvenientes para a gestão empresarial empregada.

Para começar, o uso de um ERP não garante que todos os setores de uma empresa sejam integrados. O gestor precisará ter uma atenção especial quanto a isso.

Outra desvantagem em usar o ERP é que os custos são muito altos para a empresa. Além disso, melhorar a gestão pode fazer ainda com que outras empresas copiem o modelo.

No final das contas, acaba saindo caro para a empresa e há o risco de não ser mais um diferencial.

Se a empresa que forneceu o ERP passar por qualquer tipo de problema, o software poderá refleti-lo. Por exemplo, as atualizações podem não funcionar mais.

Vale lembrar também que são usuários que inserem as informações nos softwares. Por isso, não dá para se basear 100% nas informações na hora de a empresa precisar tomar uma decisão.

Alguns critérios importantes na hora de escolher o ERP

Será que um ERP deve ser escolhido somente com base no preço? A resposta para isso é definitivamente não. Uma empresa deve considerar alguns critérios importantes para criar sua gestão empresarial de forma eficiente.

Confira abaixo alguns itens importantes que podem influenciar na decisão:

  • Quem está fornecendo o ERP? A empresa precisa confiar no fornecedor. Afinal, qualquer problema pode influenciar diretamente no funcionamento do software;

  • O preço também é de se considerar. Existem vários modelos e preços diferentes no mercado;

  • Qual é a facilidade em implantar o sistema? Um ERP muito complicado de ser implantado pode gerar custos maiores para a empresa;

  • O ERP é fácil de ser operado? A dificuldade do sistema também deve ser levada em conta;

  • Como é o suporte técnico do fornecedor? É eficiente? É preciso sempre levar isso em conta, já que o software por muitas vezes vai precisar passar por manutenções;

Resumindo, para se ter uma gestão empresarial com um ERP que realmente funcione, saiba quem está fornecendo o sistema. Opte sempre por fornecedores com bom histórico. Avaliar a opinião de outros usuários também é importante.

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Fonte:

https://exame.abril.com.br/blog/mundo-do-dinheiro/erp-o-que-e-e-para-que-serve/

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